terça-feira, 5 de julho de 2011

SERÁ QUE FIZ UM TELEFONEMA ERRADO?

Devido a um número errado, conheci uma pessoa que mudou minha
vida. Quando eu fazia a ligação, pressenti que estava discando
o número errado. O telefone tocou uma, duas vezes - então alguém
atendeu.
"É engano!" respondeu bruscamente uma voz masculina. E desligou.

Intrigado, disquei o mesmo número novamente.
"Já disse que é engano!" Mais uma vez ouvi o estalido do telefone
sendo desligado.

Como poderia aquela pessoa ter adivinhado que eu havia me enganado
no número? Naquela época, eu tinha 30 anos e trabalhava no
departamento administrativo da polícia de Nova York. Talvez por
isso fiquei curioso e preocupado. Disquei pela terceira vez.
"Que é que há?" disse o homem irritado. "É você de novo?"
"É, sou eu", respondi. "Como é que você sabia que eu havia discado
o número errado mesmo antes que eu abrisse a boca?"
"Descubra você mesmo!" E bateu o telefone.
"Não estou nem acreditando", pensei alto. Fiz novamente a ligação.
"Já descobriu?" perguntou ele.
"Será possível que seja porque você nunca recebe telefonemas?"
"Acertou!" respondeu ele, desligando pela quarta vez.

Enquanto discava mais uma vez, comecei a rir meio constrangido.
"Que é que você quer agora?" indagou ele.
"Pensei que poderia ligar só para dizer alô."
"Está bem. Alô. Quem fala?"

Disse-lhe quem eu era e perguntei o nome dele.
"Chamo-me Adolf Meth, tenho 88 anos, e há mais de 20 anos que não
recebo tantos telefonemas errados!" Desatamos os dois a rir.
"Se ninguém liga pra você, pra que precisa de telefone?" perguntei.
"Pra meu advogado telefonar todos os meses, verificando se ainda
não morri."

Conversamos durante 10 minutos. Adolf não tinha família nem
amigos.
Todas as pessoas que lhe eram mais chegadas já haviam morrido. Mas
nós tínhamos algo em comum. Ele havia trabalhado durante 40 anos
como ascensorista na delegacia de polícia. Alguns nomes que ele
mencionou eu havia conhecido. Antes de desligar, perguntei se
poderia lhe telefonar outro dia qualquer.
"Mas por que razão você iria fazer isso?" perguntou ele.
"Bem, talvez pudéssemos ser amigos pelo telefone, como as pessoas
que se tornam amigas por correspondência."

Adolf hesitou. "Eu bem que gostaria de ter de novo uma pessoa amiga."
Sua voz deixa transparecer certa ansiedade.
"Ótimo", falei. "Eu volto a ligar."
"Oh...", murmurou, lembrando-se de algo.
"Oh, o quê?"
"Se você telefonar de novo, não vou poder responder que é engano."
"É verdade", concordei.

Disquei para Adolf na tarde seguinte, e em muitas outras depois
disso. Ele era uma pessoa muito conversadora; gostava de me contar
casos acontecidos durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais,
e outras coisas que eu só conhecia através dos livros. Dei-lhe meu
número de telefone, e ele me ligava quase todos os dias.

Éramos muito parecidos; por isso nos demos tão bem. Como acontecia
com Adolf, havia uma grande lacuna em minha vida. Eu tinha sido
criado em orfanatos e lares adotivos, e nunca conhecera meu pai.

Passado pouco tempo, Adolf estava me tratando quase como se eu
fosse um filho. Eu contava a ele os problemas que tinha no emprego
e falava sobre os cursos noturnos que estava freqüentando.

Uma vez, conversávamos sobre uma discussão que eu havia tido com
um dos meus chefes.
"Acho que tenho de tirar isso a limpo de uma vez por todas!" disse
eu, exaltado.
"Mas por que essa pressa?" Adolf falou com prudência. "Deixe as
coisas esfriarem um pouco. Quando você tiver a minha idade,
descobrirá que o tempo resolve muita coisa. Acalme-se, filho. Se as
coisa piorarem, então você tem uma conversa com ele."
Riu e fez uma pausa. "Sabe", disse suavemente, "estou falando com
você da mesma forma que falaria com um filho meu. Sempre quis ter
uma família. Você é muito jovem para compreender o que isso
significa."

Não, eu não era jovem demais. Também sempre desejara ter uma
família e um pai. Mas não disse nada.

Uma tarde, Adolf comentou que o seu 89º aniversário estava próximo.
Comprei uma placa de compensado e desenhei um enorme cartão de
felicitações com um bolo e 89 velas. Como Adolf havia trabalhado
naquele departamento de polícia, pedi a todo o pessoal da minha
seção para assinar; consegui quase 100 assinaturas. Fiz um envelope
especial para o cartão e levei-o ao correio.

"Sinto muito, mas é grande demais, declarou o funcionário."Ou você
faz um pacote ou leva pessoalmente."

Decidi ir entregá-lo. Afinal, Adolf e eu conversávamos pelo telefone
há quatro meses; já era tempo de nos conhecermos pessoalmente. Eu não
havia tocado no assunto com ele. Adolf prezava sua privacidade,
assim como eu.
Mas aniversários eram momentos para serem celebrados com os amigos e
a família. E nós já éramos quase uma família.
Não o preveni da minha visita. Uma manhã, três dias antes do seu
aniversário, fui à casa dele. Estava ansioso por conhecê-lo.
Quando entrei no edifício, um carteiro estava distribuindo a
correspondência. Comecei a procurar o nome de Adolf nas caixas de
correio. Lá estava: apartamento 1H. Meu coração bateu mais forte.
Será que nos daríamos tão bem como pelo telefone? Senti uma vaga
sensação de insegurança. Talvez ele me rejeitasse, como meu pai o
fizera ao me abandonar, tantos anos antes.

Dirigi-me para o apartamento de Adolf, que ficava perto do hall do
edifício; hesitei durante alguns segundos. Depois bati de leve na
porta. Não obtive resposta, e bati com mais força.
"Ninguém está morando aí" avisou o carteiro. "Você é parente ou
coisa parecida?"
"Não. Sou apenas um amigo."
"Sinto muito", disse ele baixinho, "o Sr.Meth faleceu anteontem."

Fiquei ali parado, sem acreditar no que estava ouvindo. Consegui
controlar-me, agradeci e saí. Quando me dirigia para o meu carro,
pensava no grande amigo que havia perdido.
Lembrei-me então de uma frase da Bíblia:
"Em toda a ocasião ama o amigo. E especialmente na morte."

Senti-me consolado. Muitas vezes são os inesperados e tristes
acontecimentos, como a morte de uma pessoa amiga, que nos levam a
compreender a beleza de certas presenças especiais em nossa vida.
Naquele momento, pela primeira vez, percebi como tínhamos nos
aproximado realmente um do outro.

Aos poucos, fui me recuperando do choque. Pareceu-me ouvir de novo
o riso de Adolf, sua voz ríspida dizendo "É engano!" Não pude
conter um sorriso. Depois ouvi-o perguntar por que razão eu ia
querer ligar para ele de novo.
"Porque você é muito importante, Adolf", disse em voz alta.
"Porque nós dois somos importantes."
De uma forma ainda mais vívida, senti a alegria que é ter um amigo.
Eu, afinal, não havia discado o número errado, Adolf.

sábado, 26 de março de 2011

ALTRUISMO!!

Sera que existe o altruísmo ?
outro dia estavamos em uma empresa onde trabalho eu mais uns amigos após assitir um video sobre uma garota que ao ficar cega seu namorado faz um sacrificio ao doar ,seus olhos para ela ficou em questão quase ninguém faria o mesmo.Essa definição me fez enxergar de forma completamente diferente tal palavra e seu significado. O excesso de bondade para com o próximo pode ser prejudicial à quem Embora nobre em teoria, e almejado por budistas, religiosos e pessoas preocupadas com o próximo, ela ilustra um velho ditado que "bonzinho só...". O que acontece na prática é que essas pessoas convivem com outras que não possuem esse tipo de conduta. Quando de encontro com um egoísta então, eles tendem a se dar mal por muitas vezes.doutrina comtiana, o altruísmo pode apresentar-se em três modalidades básicas: o apego, a veneração e a bondade. Do primeiro para o último, sua intensidade diminui e, por isso mesmo, sua importância e sua nobreza aumentam. O apego refere-se ao vínculo que os iguais mantêm entre si; a veneração refere-se ao vínculo que os mais fracos têm para com os mais fortes (ou os que vieram depois têm com os que vieram antes); por fim, a bondade é o sentimento que os mais fortes têm em relação aos mais fracos Na verdade, estou apenas colhendo argumentos para tecer uma percepção que tenho tido ao longo de minha vida. O altruísmo é algo lindo entre altruístas, mas meus companheiros que compadecem dessa benevolência para com o próximo são sempre passados para trás. Colhem um mal para si como é colocado no início do texto. Algumas pessoas causam mal aos altruístas por mera falta de percepção, ou cuidado para com eles. Outros por serem maliciosos e aproveitadores mesmo. Resumidamente, o que quero dizer é que se você é um altruísta, apenas tome cuidado ao cruzar com os egoístas.Ser altruísta é sim ser pacífico, mas não ser paspalho. É ser sereno e isso não significa aceitar tudo o que lhe façam.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

BRASILEIROS RECLAMAM DE QUE?


"Tá reclamando de que?"

Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso?



Brasileiro Reclama De Quê?

O Brasileiro é assim:
1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
5. - Fala no celular enquanto dirige.
6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
7. - Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas.
8. - Viola a lei do silêncio.
9. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
10. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
11. - Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.
12. - Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
13. - Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo.
14. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
15. - Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.
16. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
17. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.
18. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
19. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
20. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
21. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
22. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
23. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
24. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
25. - Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
26. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis.... como se isso não fosse roubo.
27. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
28. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
29. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

30. - Mente para familiares, marido, esposa, namorado (a), amigos para conseguir alguma coisa ou se beneficiar de alguma situação.

31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.


E quer que os políticos sejam honestos?
Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas?

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo. Ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior!



Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo!

Espalhe essa idéia!

"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos..." Amigos! É um dos e-mails mais verdadeiros que recebi!



A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Relações de Desigualdade Brasileira na Atualidade!!!



Partimos da premissa de que a igualdade não significa uniformidade, homogeneidade.
Daí, o direito à igualdade pressupõe – e não é uma contradição – o direito à diferença.
Diferença não é sinônimo de desigualdade, assim como igualdade não é sinônimo de
homogeneidade e de uniformidade. A desigualdade pressupõe uma valoração de inferior
e superior; pressupõe uma valorização positiva ou negativa e, portanto, estabelece quem
nasceu para mandar e quem nasceu para obedecer; quem nasceu para ser respeitado e
quem nasceu só para respeitar. A diferença é uma relação horizontal, nós podemos ser
muito diferentes (já nascemos homens ou mulheres, o que é uma diferença fundamental,
mas não é uma desigualdade; será uma desigualdade se essa diferença for valorizada no
sentido de que os homens são superiores às mulheres, ou vice-versa, que os brancos são
superiores aos negros, ou vice-versa, que os europeus são superiores aos latinoamericanos
e assim por diante). A igualdade significa a isonomia, que é a igualdade
diante da lei, da justiça, diante das oportunidades na sociedade, se democraticamente
aberta a todos.Quando se fala em diferenças sociais, estamos nos referindo àquelas diferenças que
têm uma base natural ou, então, são produto de uma construção cultural. Tem uma base
natural a diferença entre os sexos; isso provoca, inelutavelmente, uma diferença de
comportamento social, de posição social. Por outro lado, existem diferenças fundadas,
digamos assim, num condensado cultural: costumes, mentalidades. Todos aqueles que seguem
uma mesma religião, têm uma mesma visão do mundo e uma mesma tradição tribal ou grupal,
distinguem-se dos demais; são diferenças nítidas.
Mas, ao lado disso, existem também, em toda sociedade, desigualdades, e estas dizem
respeito não a diferenças naturais ou culturais, mas a um juízo de superioridade e
inferioridade entre grupos, camadas ou classes sociais. Esse juízo de superioridade ou
inferioridade acarreta, necessariamente, uma apreciação de estima ou desestima de um grupo
em relação ao outro – o que dá origem a preconceitos – de valor social. Ou, então,
fundamenta posições jurídicas nítidas: tal grupo tem tais direitos próprios, que sãoconhecidos, na linguagem tradicional do Direito, como privilégios; outro não tem direitos, é
um subgrupo, não pode se igualar aos demais.
Na longa evolução histórica, a tendência é ir eliminando, aos poucos, as desigualdades
sociais. Mas fazer a distinção entre aquilo que é, necessariamente, o reconhecimento de uma
diferença natural ou cultural e, portanto, preservar essas diferenças e, por outro lado, eliminar
as desigualdades sociais, é muito difícil. Pode-se dizer, como princípio, que todos os seres
humanos têm direito ao reconhecimento e à preservação de suas diferenças naturais e
culturais, mas não podem ser tratados socialmente como divididos em seres inferiores e
superiores. Por que isso? Porque, depois de uma evolução multissecular, descobriu-se, e isto é
muito recente – muito mais recente do que se pode imaginar –, que as diferenças naturais e
culturais entre os seres humanos são fontes de mais vida e de maior enriquecimento humano.
E, portanto, elas não podem ser cortadas, suprimidas, afogadas; elas têm de ser, de certo
modo, se não estimuladas, pelo menos deixadas à sua livre evolução. Os ecologistas
confirmam este fato em relação às espécies vivas: todos os nichos mais fortes de vida são
aqueles em que há uma variedade de espécies convivendo. Todas as vezes em que se elimina,
por força de industrialização ou de exploração agrícola dita racional, certas áreas florestais, ou
então quando se estabelecem culturas homogeneizadas, há sempre um enfraquecimento da
força vital de cada espécie considerada.

sábado, 11 de setembro de 2010

Movimentos Sociais

No Brasil e em vários outros países da América Latina, no final da década de 70 e parte dos anos 80, ficaram famosos os movimentos sociais populares articulados por grupos de oposição ao então regime militar, especialmente pelos movimentos de base cristãos, sob a inspiração da Teologia da Libertação. os movimentos sociais dos anos 70/80 contribuíram decisivamente, via demandas e pressões organizadas, para a conquista de vários direitos sociais novos, que foram inscritos em leis na nova Constituição brasileira de 1988
Ao final dos anos 80, e ao longo dos anos 90, o cenário sociopolítico se transformou radicalmente. Inicialmente teve-se um declínio das manifestações nas ruas, que conferiam visibilidade aos movimentos populares nas cidades. Alguns analistas diagnosticaram que eles estavam em crise porque haviam perdido seu alvo e inimigo principal - o regime militar.

A criação de uma Central dos Movimentos Populares foi outro fato marcante nos anos 90, no plano organizativo; ela estruturou vários movimentos populares em nível nacional tais como a luta pela moradia, assim como buscou fazer uma articulação e criou colaborações entre diferentes tipos de movimentos sociais, populares e não populares.
JOAQUIM DA ROSA MATOS .

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

CRIANÇAS!!



Acredito que as criança sejam o nosso futuro ensine as e as deixem as seguirem seus caminhos mostre lhes a belza interior que possuem de lhes o sentimento de orgulho... facilitar é facil deixe que o sorriso das crianças mostre como éramos.Todos procuram por um herói as pessoas precisam espelhar-se em alguém tive um herói que preencheu todas minhas necessidades mais ... APRENDI A SER INDEPENDENTE.decedi ha muito tempo a não caminhar a sombra de alguém se eu fracassar ou obtiver sucesso terei vivido acreditando em mim não importa o que abstraim de mim a minha dignidade não consiguirão...pois o maior amor de todos me aconteceu e o encontrei dentro de mim mesmo o maior amor é facil alcançar:APRENDA A AMAR A SI MESMO,ESTE É O MAIOR AMOR.
JOAQUIM DA ROSA MATOS

quinta-feira, 29 de julho de 2010

VEJAM BEM OS NOMES PARA NÃO VOTAR ERRADO !!!!!

Enquanto a gente se distrai com Olimpíadas e Copa do Mundo, o Congresso continua votando outros assuntos de nosso interesse e a gente nem percebe..... vejam essa:
Fim do 13º já foi aprovado na Câmara (PFL, PMDB, PPB, PPS, PSDB )
Para conhecimento,
O fim do 13º salário já foi aprovado na Câmara para alteração do art. 618 da CLT.
Já foi aprovado na Câmara e encaminhado para o Senado.
Provavelmente será votado após as eleições, é claro....
A maioria dos deputados federais que estão neste momento tentando aprovar no Senado o Fim do 13º salário, inclusive da Licença de Férias (pagas em 10 vezes) são do PFL e PSDB.
As próprias mordomias e as vergonhosas ajudas de custo de todo tipo que recebem, eles não cortam.
Conheça a cara dos safados que votaram a favor deste Projeto em todo Brasil. Por favor, repassem para o maior número de pessoas possíveis, afinal eles são candidatos fortes nas próximas eleições:

01- INOCÊNCIO OLIVEIRA - PFL

02- JOEL DE HOLLANDA - PFL


03- JOSÉ MENDONÇA BEZERRA - PFL

04- OSVALDO COELHO - PFL

05- ARMANDO MONTEIRO - PMDB

06- SALATIEL CARVALHO - PMDB

07- PEDRO CORRÊA - PPB

08- RICARDO FIÚZA - PPB